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July 03, 2011

Comments

Colin

This is known as "limpiezas" or "limpiezas sociales" in Colombia - social cleansing - but it's usually done en masse. The victims, known as "desechables" or 'disposables', include vagrants, drug addicts, and street kids. All these are household terms among Colombians. My article on Limpiezas in Colombia cites an article that also highlights the practice in Rio. http://www.expat-chronicles.com/2010/03/limpiezas-in-colombia-social-cleansing/

Micaela

Hello Colin,
I've only spent very limited time in Bogota (a week here, a week there). I'd be interested in knowing if the limpiezas that continue to plague Colombia are in any way tied to the murder of Gaitan, the Bogotazo, and the period of La Violencia that followed. It seems that the Colombian state, in a way, has a historical legacy of substantiating mass killings of "undesirables".

An interesting example of US-sponsored ethnic cleansing (depending on whose definition you go by) is the El Mozote genocide in civil-war era El Salvador. There is a great book by Mark Danner on this event, "The Massacre at El Mozote". I highly recommend it.

Pedro Mundim

Não sei o que aconteceu com o menino Juan, mas conheço bem a obsessão, nutrida particularmente por ativistas de esquerda e membros de ONG's, de expor uma interpretação política do fenômeno da criminalidade do Rio de Janeiro. Isso vem de longe. Episódios típicos de guerras entre gangues e vinganças pessoais são apresentados como ação da polícia visando exterminar pobres e marginais. Dessa maneira, o crime ganha uma "cor" de opressão social, às vezes racismo, e a culpa pelo crime é sub-repticiamente jogada à sociedade como um todo, uma vez que a sociedade (presumivelmente) quer a eliminação daqueles indivíduos indesejados. Um bom exemplo foi o episódio conhecido como o Massacre da Candelária, em 1993.

Isso é bobagem. Não existem gangues de policiais com o propósito de eliminar pobres e crianças de rua, isso é lenda urbana. Existiu o Esquadrão da Morte (Escuderie Detetive Le Cocq) no tempo da ditadura, mas está extinto há mais de 30 anos, e nunca matou crianças, só criminosos adultos. O que existe de fato, no Rio de Janeiro da época atual, são policiais envolvidos com traficantes e milícias. Os massacres e sequestros que eles promovem tem a ver com as guerras entre gangues, não se trata de um projeto de eliminar pobres e negros. As mortes misteriosas, aí incluída, provavelmente, a do menino Juan, estão relacionadas a essas guerras, e na maior parte dos casos, ninguém é inocente - nem quem mata, nem quem morre. O fato de existirem 22.533 indivíduos oficialmente desaparecidos não é prova de que todos estão mortos - a maioria simplesmente deixou-se desaparecer no submundo do crime. O mais é excesso de imaginação e viés político nas análises.

Micaela

Pois eh, Pedro. Nao quis dizer que todos que desapareceram estao mortes hoje em dia. Foi so um jeito de ilustrar que o numero actual de homocidios divilguda pelo municipio provavalmente eh bem maior do que a estatistica diz.

A discusao que surgiu aqui nos comentarios depois sobre "limpezas sociais", foi outro assunto, sobre outros paises. Nunca quis dizer que isso acontece no Rio. Estava so respondendo ao comentario da pessoa em cima de mim, aqui. Nuna diz que a morte do Juan aconteceu por causa do tom do seu pele.

E sim, com certeza quem mata tem por que matar. Os salarios dos PMs sao uma grande vergonha. Matam, roubam, fazem atos corruptos, porque gera mais um dinheirinho para eles.

E justamente por isso que eh tao dificil culpar uma entidade so. Como disse Tropa de Elite II, "o sistema ta foda".

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